segunda-feira, 27 de julho de 2015

| Entre a Ria e o Mar |

Desta vez fizemos uma caminhada de 12 km, entre a ria e o mar, literalmente. Na zona da Murtosa, na freguesia da Torreira, que faz parte do cordão litoral que se estende desde S.Jacinto até ao Furadouro, numa extensão de cerca de 25Km. Situada na Beira Litoral, é um lugar de singulares paisagens.

Começamos no centro da Torreira junto ao mar, descemos até à ria e seguimos junto à ria até chegar quase até à ponte que vai para a Murtosa aí começamos a subir novamente até ao mar. Aqui já apanhamos caminhos de terra batida até entrar nas dunas. Daí até chegar à praia foi um instante.

Quando chegamos à praia aproveitamos para descansar e lanchar, depois seguimos caminho, sempre junto ao mar, descalças, rumo ao sul, para chegar novamente à praia da Torreira, de onde tínhamos partido.

Mesmo antes de chegar ao centro, encontramos uns miúdos a jogar futebol de praia e não resistimos. Pedimos para jogar, nós (as meninas) contra eles (os meninos). Ganhamos, mas eles deram-nos muita luta! Não temos registo deste momento. Mas aconteceu!

Quando chegamos ao sitio onde tínhamos partido fomos tomar um banho refrescante a casa de uma de nós , lá pertinho, e fomos jantar ao restaurante "A Concha", na praia da Torreira, onde se come um dos melhores hambúrgueres que já provei.

Foi tudo ótimo, pelo convívio, pela amizade e pelas paisagens.

Até à próxima! 































segunda-feira, 29 de junho de 2015

|Passadiço de Miramar a Esmoriz|

Mais uma aventura para a nossa mala de viagens.

Desta vez apanhamos o comboio em Estarreja com destino a Miramar, mais ou menos 30 minutos de viagem.

Começamos a nossa caminhada na praia de Miramar, não, sem antes visitar a capela do Senhor da Pedra.



Este percurso realizado sempre por passadiço de madeira, tirando uns 3 km em Esmoriz que se faz pela beira do mar (aproveitando para molhar os pés), é fantástico pela sua beleza à beira-mar e pelos ares da costa aliados ao sol e calor que se fez sentir. 

É aconselhável levar protetor e ir colocando de vez em quando. Eu apanhei um escaldão daqueles valentes mesmo tendo colocado protetor solar. 

Cruzamos-nos quase todo o caminho por pessoas, umas a caminhar, outras a correr ou a fazer ginástica. Nunca pensamos que o passadiço fosse usado por tanta gente. É muito agradável.

Uma das coisas menos boas é o calor que trespassa através da bota/sapatilha do passadiço para a planta do pé. Duas de nós ficámos com a planta dos pés a arder.

Chegando a Esmoriz acaba o passadiço e fizemos o resto do percurso descalças pela beira do mar (soube tão bem) até chegarmos ao paredão onde subimos e saímos da praia. Perguntamos aí a um bombeiro onde era a estação. Ficava a 3 km da praia. Chegamos à estação mesmo a tempo de apanhar o comboio.

Mais uma vez foi fantástico!!!

Até à próxima!
























quarta-feira, 10 de junho de 2015

| Sinalização |

Sinalização importante para quem vai fazer uma caminhada pela montanha e não só.



Estas sinalizações podem aparecer não só em sinais verticais, como também em rochas, muros, postes de eletricidade, estacas, etc, etc.

É preciso ter cuidado e andar de olhos bem abertos porque muitas das vezes a sinalização já se encontra meio apagada.

Posto isto, só me resta desejar bons caminhos a todos os caminhantes!

Até à próxima!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

| Caminhos do Montemuro |

A nossa primeira aventura foi pela serra de Arouca. Fizemos um dos muitos percursos pedestres existentes na serra, o escolhido foi o PR 1 - caminhos de Montemuro (20 km), classificado como médio/alto,  a nível de dificuldade, devido aos desníveis existentes, tanto ascendentes como descendentes, sendo este, de rota circular. 

Situado em Alvarenga, começamos o percurso na Srª do Monte. Passamos por vários parques de eólicas, por uma capela, por um casal que passeava de carro num dos parques de eólicas, que nos abriu a mala do carro e nos ofereceu um punhado de cerejas a cada um. Mais à frente encontramos uma manada de bois, que, por acaso, estava mesmo no meio do percurso onde teríamos de passar, fizemos um pequeno desvio, subindo uma montanha cheia de pedras soltas. Entretanto chegamos ao cimo de outra montanha onde tinha o marco dos 10 km (metade do percurso)e paramos para fazer o piquenique. Verdade seja dita que já parecia que tínhamos andado os 20 km.

Acabamos de almoçar e seguimos a estrada de terra batida até ao próximo conjunto de eólicas e, pumba!! Perdemos o caminho com as marcações. Uma de nós foi por um caminho pequeno que lá havia, para ver se encontrávamos a marcação mais à frente, nada, não havia vestígios de marcações em lado nenhum.

Outra foi para trás, para ver se nos tinha escapado alguma marcação no sitio onde paramos para almoçar. E... lá estava ela, tínhamos passado por ela sem a ver.

Voltando ao percurso correto, descemos a montanha por caminhos antigos em pedra. Entretanto depois de descer bastante entramos em trilhos com bastante vegetação até chegar à aldeia, onde encontramos um riacho pela primeira vez, chama-se ribeiro de Bustelo. Caminhamos alguns quilómetros ao longo do ribeiro, com paisagens lindíssimas.

Por fim apanhamos a estrada de alcatrão e à frente começamos novamente a subir a montanha para os últimos 3 km.

Concluímos o percurso ao fim de 6 horas.

Foi fantástico!!!

Até à próxima!